quinta-feira, 20 de março de 2014

1º Bimestre- Saúde

 Proteína pode proteger cérebro contra o Mal de Alzheimer

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que uma proteína produzida pelo corpo, mas que fica inativa nos pacientes com Alzheimer, poderá ajudar os especialistas a encontrar novos tratamentos para a doença. A informação é do Huffington Post desta quinta-feira (20).
Segundo a publicação, a proteína chamada de Rest se desenvolve durante o desenvolvimento do cérebro fetal e protege os neurônios do envelhecimentos e de várias tensões. Mas nas pessoas com Alzheimer isso não acontece, segundo os pesquisadores a doença inibe a ativação dessa proteína.
De acordo com o professor da Harvard Medical School e líder do estudo, Bruce Yanker, a pesquisa visa explicar como a doença se desenvolve e como ela se agrava.
Bruce Yanker, segundo a pesquisa

Se a pesquisa for comprovada, uma nova área de possibilidades de tratamentos seria aberta. De acordo com Yanker, cerca de cinco milhões de americanos vivem atualmente com Alzheimer.
A pesquisa reforça uma maneira diferente de olhar para doenças neurodegenerativas. Em vez de focalizar as mudanças negativas que causam a doença, os pesquisadores examinaram os pontos problemáticos na capacidade do cérebro para proteger-se ao longo do tempo.
Segundo Yanker, o estudo sugere que uma pessoa pode ser capaz de resistir aos efeitos tóxicos da doença, caso essa proteína seja reativada.
Texto do http://www.correiodoestado.com.br/ 

Comentário: 
O Alzheimer é uma doença muito triste e grave, e com essa descoberta, significa que talvez um dia haja uma cura, e também que pode ser evitado. Possuir um ente com Doença de Alzheimer é um desafio para os familiares, devido à complexidade dos sintomas, e requer a participação de todos, e muitas famílias não continuam as mesmas quando algum membro fica com Alzheimer. Lidar com perdas, garantir boas condições de saúde, reorganizar a vida cotidiana, redistribuir tarefas e oferecer tratamento adequado com cuidados que atendam às necessidades e preservem a integridade são situações que requerem aceitaçãoinformação e flexibilidade, para uma boa adaptação à nova condição.É uma notícia muito triste para todos, e com essa notícia, muitos portadores da doença poderão se tratar e talvez um dia se curar, o que dá esperança para mais de 36 milhões de famílias de portadores dessa doença. 

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